FOLHETO LITÚRGICO | Posse do III Arcebispo do Carmo

  

 


FOLHETO LITÚRGICO


POSSE CÂNONICA DO EXCELENTÍSSIMO
DOM PIETRO GIORGIO FRASSATI
ARCEBISPO ELEITO DO CARMO

1. Inicia-se a celebração que será presidida pelo novo Arcebispo. Na procissão de entrada, o núncio Apostólico leva o Báculo pastoral que entregará ao novo Arcebispo.

2. Chegando ao Altar, todos o reverenciam e tomam seus lugares. O núncio dirige a saudação ao povo e prossegue-se o rito da posse.

CANTO DE ENTRADA

(O Bom Pastor)

 

VOU SAIR PELOS PRADOS, BUSCANDO
OVELHAS QUE ESTÃO SEM PASTOR
EU AS TRAREI COM CARINHO
DE VOLTA, SEM FOME OU TEMOR!
NOS MEUS OMBROS, OVELHAS FERIDAS
SEM DOR PODERÃO DESCANSAR
DEVOLVEREI OS SEUS CAMPOS
DAREI NOVAMENTE A PAZ

SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO

MAUS PASTORES QUE PERDEM OVELHAS
DISTANTES DE MIM OS TEREI
NOUTRAS PASTAGENS SEGURAS
PASTORES FIÉIS CHAMAREI
NOVO REINO FAREI DO MEU POVO
REBANHO SEM MAIS OPRESSÃO
TODOS SERÃO CONDUZIDOS
À VIDA POR MINHAS MÃOS!

SOU A PORTA SEGURA DO APRISCO
REBANHO FELIZ EU FAREI
DE TODO O MAL E INJUSTIÇA
OVELHAS EU DEFENDEREI
MERCENÁRIOS QUE FOGEM PRA LONGE
DEIXANDO O REBANHO AO LÉU
NÃO TERÃO PARTE COMIGO
NO REINO QUE VEM DO CÉU

SE UMA OVELHA DEIXAR O MEU CAMPO
E OUTRO CAMINHO SEGUIR
DEIXO O REBANHO SEGURO
E VOU PROCURAR A INFELIZ
AO TRAZÊ-LA HAVERÁ ALEGRIA
E OS ANJOS DO CÉU VÃO CANTAR
SERÁ A FESTA DA VOLTA
REBANHO VAI SE ALEGRAR

EU CONHEÇO AS OVELHAS QUE TENHO
E TODO O REBANHO, MINHA VOZ
SE CHAMO, ENTÃO, PELO NOME
A OVELHA OUVIRÁ BEM VELOZ
BUSCARÉI OS CORDEIROS DISTANTES
QUE EM MIM TERÃO FORÇA E AMOR
FAREI SOMENTE UM REBANHO
E EU MESMO SEREI PASTOR


3. Chegando ao altar e feita a devida reverência, o celebrante beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.



SAUDAÇÃO

4. Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.
5. O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: O Deus da esperança que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
Ass: Bendito Seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo!

6. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.


ATO PENITENCIAL

Pres: De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós pecadores.
7. Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres: Tende compaixão de nós, Senhor.
Ass: Porque somos pecadores.
Pres: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Ass: E dai-nos a vossa salvação.

8. Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

9. Segue-se as invocações "Senhor, tende piedade de nós", caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.
Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Pres: Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.

Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

 

LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO

PIVS, EPISCOPVS
SERVUS SERVORUM DEI,

Ao dileto filho em Cristo, Dom Pietro Giorgio Frassati, até agora Bispo de Fátima, eleito para governar a Arquidiocese Metropolitana do Carmo, saudação, paz e bênção apostólica.

Tendo, por divina providência e com o zelo pastoral que nos foi confiado como Sucessor de Pedro, posto diante de nós a urgente necessidade de prover digna e segura guia à Igreja do Carmo, julgamos oportuno e necessário nomear para esse ofício quem reputamos digno e apto.

Assim sendo, pela autoridade apostólica que nos compete, decidimos nomeá-lo Arcebispo Metropolitano do Carmo, conferindo-lhe plena faculdade de exercer o ministério episcopal e metropolitano, com todos os privilégios, obrigações, honras e responsabilidade inerentes à dignidade do arcebispado, conforme a tradição apostólica, o direito canônico e a disciplina da Igreja.

Por fim, que tomes posse na Cátedra que à ti foi confiada, como Arcebispo Metropolitano do Carmo, pelas mãos do Núncio Apostólico, e que seja lavrada 2 atas para arquivarmos em nossos documentos e outra na Cúria da Arquidiocese.

Invocamos a palavra do Senhor, que disse: “Eu sou o Bom Pastor; o Bom Pastor dá a vida pelas ovelhas” (Jo 10,11). Que Ele, fonte de toda graça e misericórdia, conceda a ti, caro filho, a caridade pastoral infatigável, a sabedoria do coração e a constância de um pastor segundo o seu coração (cf. Jr 3,15). Que, com a força do Espírito Santo, dirijas as ovelhas confiadas a teu pastoreio, ensinando-as, na verdade, santificando-as nos Sacramentos e governando-as com justiça, mansidão e firmeza.

Por estas nossas letras, queremos e declaramos que a presente nomeação permaneça firme, válida e eficaz, ainda que contrário se apresente, e que ninguém ouse impugná-la recorrentemente ou por negligência. 

Dado em Roma, no dia 4 de dezembro do Ano Jubilar da Esperança de 2025, primeiro do meu Pontificado.

+ Pivs Pp. IX
Sumo Pontífice

10. Ao fim da leitura da Bula, todos dizem:
Ass: Graças a Deus.

11. Convém que o Bispo que iniciou a celebração diga algumas palavras sobre o ministério do Bispo, ao fim de suas palavras, entrega o báculo pastoral ao novo Arcebispo, e o entrega sua cátedra.

12. O novo Arcebispo, de mitra, portando o báculo, assenta-se na cátedra. Pode-se cantar um canto apropriado.

13. O clero arquidiocesano se dirige a cátedra para saudar o seu pastor.

Comentarista: Tendo tomado posse e recebido o Pálio Pastoral, dá-se leitura à Ata de Posse que será feita pelo Reverendíssimo Monsenhor Matteo Gabrielle D'Médici, Chanceler desta Arquidiocese.

14. O Chanceler do arcebispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.

LEITURA DA ATA DE POSSE

Aos onze dias do mês de dezembro dois mil e vinte e cinco, às vinte e duas horas, na Catedral de Nossa Senhora do Carmo, Sé Arquidiocesana, na presença dos senhores bispos e cardeais presentes, na presença ainda dos sacerdotes, religiosos e dos fiéis, tomou posse como Arcebispo Metropolitano do Carmo o Excelentíssimo e Revmo. Sr. Dom Pietro Giorgio Frassati. No início da cerimônia, após a apresentação do novo arcebispo, feita por sua Eminência Revnmo. Dom Leopoldo Jorge Arns Cardeal Scherer, este pediu  que desse conhecimento a todos os presentes da nomeação canônica de Dom Pietro, como Arcebispo do Carmo, lendo as letras apostólicas da nomeação.

Para constar foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, Reverendíssimo Monsenhor Matteo Gabrielle D'Médici testemunha de tal posse, bem como por Dom Pietro Frassati, e ainda por todos os demais senhores bispos presentes, pelos membros do Colégio de Consultores e por representantes dos fiéis leigos.

Cúria Arquidiocesana do Carmo, 11 de dezembro de 2025.

15. Após a leitura da Ata, o leitor e o novo bispo a assinam.

RITO DE BÊNÇÃO E ENTREGA DO PÁLIO PASTORAL

16. O celebrante se assenta na sede e recebe a mitra.

17. O Cardeal responsável pelo momento, apresenta ao celebrante (Representante do Papa no Brasil) o arcebispo, dizendo: 

Cardeal: Eminentíssimo e Reverendíssimo Sr. Dom Leopoldo Cardeal Scherer, Núncio Apostólico, o Arcebispo aqui presente, com reverência fiel e obediente diante de Vossa Eminência e da Sé Apostólica, pede humildemente que lhe seja concedido o sagrado pálio, tomado da Confissão do Bem-aventurado Pedro, como sinal da autoridade de que os Metropolitas, em comunhão com a Igreja Romana, são investidos em suas próprias circunscrições.

18. Abençoado o pálio, o Papa recita uma vez a fórmula de imposição:
Núncio Apostólico: Para glória de Deus Onipotente e louvor da Bem-aventurada sempre Virgem Maria e dos Bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo, para decoro da Sé a ti confiada, como sinal do poder de metropolita, a ti entregamos o pálio tomado da Confissão do Bem-aventurado Pedro, para que o uses dentro dos limites de tua província eclesiástica. Que este pálio seja para ti símbolo de unidade e sinal de comunhão com a Sé Apostólica; seja vínculo de caridade e estímulo à fortaleza, a fim de que no dia da vinda e da revelação do grande Deus e do príncipe dos pastores, Jesus Cristo, possa obter, com o rebanho a ti confiado, a veste da imortalidade e da glória. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

19. Em seguida, o Arcebispo aproxima-se do Celebrante, recebe dele o pálio e é saudado com o abraço da paz. 

20. Toma o Mitra e Báculo e retorna à Cátedra.




ORAÇÃO DO DIA

21. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos...
E todos oram em silêncio, por algum tempo.

22. Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Despertai, Senhor, os nossos corações, a fim de prepararmos os caminhos do vosso Filho Unigênito, para que mereçamos, pelo seu advento, vos servir de coração purificado. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass: Amém.



LITURGIA DA PALAVRA 

23. O leitor, do ambão, prossegue com as leituras que já foram escolhidas pelo celebrante.

PRIMEIRA LEITURA

L: Leitura do Livro do Profeta Isaías

 

Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tomo pela mão e te digo: “Não temas; eu te ajudarei. Não tenhas medo, Jacó, pobre verme, não temais, homens de Israel. Eu vos ajudarei”, diz o Senhor e Salvador, o Santo de Israel.

Eis que te transformei num carro novo de triturar, guarnecido de dentes de serra. Hás de triturar e despedaçar os montes, e reduzirás as colinas a poeira. Ao expô-los ao vento, o vento os levará e o temporal os dispersará; exultarás no Senhor e te alegrarás no Santo de Israel. Pobres e necessitados procuram água, mas não há, estão com a língua seca de sede. Eu, o Senhor, os atenderei, eu, Deus de Israel, não os abandonarei. Farei nascer rios nas colinas escalvadas e fontes no meio dos vales; transformarei o deserto em lagos e a terra seca em nascentes d’água.

Plantarei no deserto o cedro, a acácia e a murta e a oliveira; crescerão no ermo o pinheiro, o olmo e o cipreste juntamente, para que os homens vejam e saibam, considerem e compreendam que a mão do Senhor fez essas coisas e o Santo de Israel tudo criou.


L: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.


SALMO RESPONSORIAL

S: Misericórdia e piedade é o Senhor! Ele é amor, é paciência, é compaixão!
Ass: Misericórdia e piedade é o Senhor! Ele é amor, é paciência, é compaixão!

S: Ó meu Deus, quero exaltar-vos, ó meu Rei, e bendizer o vosso nome pelos séculos. O Senhor é muito bom para com todos, sua ternura abraça toda criatura.

S: Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e os vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder! 

S: Para espalhar vossos prodígios entre os homens e o fulgor de vosso reino esplendoroso. O vosso reino é um reino para sempre, vosso poder, de geração em geração. 


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

24. Segue-se o Aleluia ou outro canto.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Que os céus, lá do alto, derramem o orvalho, que chova das nuvens o Justo esperado, que a terra se abra e germine o Senhor!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

25. Enquanto isso, o núncio, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do núncio, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O núncio diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Diác: Amém.

26. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Diác ou Sac: Naquele tempo, disse Jesus à multidão:“Em verdade eu vos digo, de todos os homens que já nasceram, nenhum é maior do que João Batista. No entanto, o menor no Reino dos Céus é maior do que ele. Desde os dias de João Batista até agora, o Reino dos Céus sofre violência, e são os violentos que o conquistam. Com efeito, todos os profetas e a Lei profetizaram até João. E se quereis aceitar, ele é o Elias que há de vir. Quem tem ouvidos, ouça”.

Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.

27. Terminada a proclamação, o livro dos evangelhos seja levado ao núncio para que abençoe a assembléia e depois depositado na credência.


HOMILIA

28. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA

29. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
 
30. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO DE OFERTÓRIO

A VÓS, SENHOR, APRESENTAMOS ESTES DONS: 
O PÃO E O VINHO, ALELUIA!

1. QUE PODEREI RETRIBUIR AO SENHOR DEUS 
POR TUDO AQUILO QUE ELE FEZ EM MEU FAVOR?

2. ELEVO O CÁLICE DA MINHA SALVAÇÃO,
INVOCANDO O NOME SANTO DO SENHOR.

3. VOU CUMPRIR MINHAS PROMESSAS AO SENHOR 
NA PRESENÇA DE SEU POVO REUNIDO.

4. POR ISSO OFERTO UM SACRIFÍCIO DE LOUVOR,
INVOCANDO O NOME SANTO DO SENHOR.

31. O núncio, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

32. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

33. Em seguida, o núncio toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

Coloca o cálice sobre o corporal.

34. O núncio, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

35. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

36. O núncio, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

37. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: 
Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.


ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

38. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres: Aceitai, Senhor, os dons que vos oferecemos dentre os bens que nos destes; e os santos mistérios, que nos dais celebrar no tempo, se convertam para nós em prêmio de redenção eterna. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

PREFÁCIO DO ADVENTO I
AS DUAS VINDAS DE CRISTO

39. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

40. Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

41. O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

42. O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Revestidos da nossa fragilidade, ele veio a primeira vez para realizar seu eterno plano de amor e abrir-nos o caminho da salvação. Revestido de sua glória, ele virá uma segunda vez, para conceder-nos em plenitude os dons prometidos que hoje vigilantes esperamos. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO! SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E TERRA PROCLAMAM, PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!

HOSANA, HOSANA, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS! (BIS)


BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR,
BENDITO O QUE VEM, EM NOME DO SENHOR!

HOSANA, HOSANA, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

43. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: a verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.

44. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Ass: Enviai o vosso Espírito Santo!
O sacerdote une as mãos.

45. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

46. Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.

47. Em seguida, diz:
Mistério da fé para a salvação do mundo!
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

48. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Ass: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Pio IXcom o nosso Arcebispo Pietro Giorgio os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, São Dâmaso I e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.

49. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
Ass: Amém!
RITO DA COMUNHÃO

50. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos dizer:

51. O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

52. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

53. O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

54. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

55. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

56. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAÍ-NOS A PAZ! DAÍ-NOS A PAZ!
DAÍ-NOS A PAZ!

57. Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

58. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou: 
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

59. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.


60. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

61. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

62. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

63. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO DA COMUNHÃO

64. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice. Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

65. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.


ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO

66. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos...
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Pres: Fazei frutificar em nós, Senhor, a participação nos vossos mistérios; eles nos levem a amar desde agora os bens do céu e, caminhando entre as coisas que passam, abraçar as que não passam. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.




BENÇÃO FINAL

67. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Bendito seja o nome do Senhor.
Ass: Agora e para sempre.

Pres: A nossa proteção está no nome do Senhor.
Ass: Que fez o céu e a terra.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito Santo +.
Ass: Amém!

68. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Glorificai o Senhor com vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus.

69. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

CANTO

1. Ó VINDE, CRISTÃOS, LOUVAR A MARIA
COM UM HINO SINGELO E ETERNA ALEGRIA
FLOR DO CARMELO
NOSSA ALEGRIA
SALVE, SALVE MARIA
SALVE, SALVE MARIA


2. FOI LÁ NO CARMELO QUE A VIRGEM SURGIU
DO MAR NUMA NUVEM ELIAS A VIU
FLOR DO CARMELO
NOSSA ALEGRIA
SALVE, SALVE MARIA
SALVE, SALVE MARIA


3. EM CHUVA DE GRAÇAS, A MÃE SE MOSTROU
E TODO O CARMELO, FELIZ, EXULTOU
FLOR DO CARMELO
NOSSA ALEGRIA
SALVE, SALVE MARIA
SALVE, SALVE MARIA


4. AGORA, O BENTINHO QUE PENDE EM SUA MÃO
CONFORTA O CAMINHO DO MEU CORAÇÃO
FLOR DO CARMELO
NOSSA ALEGRIA
SALVE, SALVE MARIA
SALVE, SALVE MARIA


5. VÓS TODOS QUE AFLITOS E TRISTES VIVEIS
NA VIRGEM DO CARMO, CONSOLO ACHAREIS
FLOR DO CARMELO
NOSSA ALEGRIA
SALVE, SALVE MARIA
SALVE, SALVE MARIA


6. VALENTE MARUJO, NÃO VÁS SOÇOBRAR
INVOCA A MARIA, A ESTRELA-DO-MAR
FLOR DO CARMELO
NOSSA ALEGRIA
SALVE, SALVE MARIA
SALVE, SALVE MARIA
Postagem Anterior Próxima Postagem