Folheto Litúrgico | Ordenação Presbiterial do Diácono Luan Valentim

 


 LIVRETO CELEBRATIVO

PASTORAL LITÚRGICA ARQUIDIOCESANA

RITO DE ORDENAÇÃO PRESBITERIAL
DIÁCONO LUAN VALENTIM
ARQUIDIOCESE DO CARMO

1. Antes do início da celebração, o que será ordenado, o sagrante principal, bem como os Cerimoniário, devem analisar cada parte da celebração, seguindo as rubricas de maneira diligente e minuciosa. 

2. A Ordenação de um Diácono se faça com a maior frequência de fiéis possível, em dia de domingo ou festa, principalmente na festa dos Apóstolos, a não ser que razões pastorais aconselhem outro dia. Não, porém, no Tríduo Pascal, na Quarta-feira de Cinzas, em toda a Semana Santa e na Comemoração dos Fiéis Defuntos.

4. Nas Solenidades, nos Domingos do Advento, da Quaresma e da Páscoa, bem como nos dias da Oitava da Páscoa e nas festas dos Apóstolos, utiliza-se as orações, leituras e a cor litúrgica do dia.

5.  Podem ser abençoadas as insígnias antes da Missa.

PROCISSÃO DE ENTRADA

6. Quando estiver tudo preparado, realiza-se, como de costume, a procissão pela igreja até o altar. Vai à frente o Diácono com o livro dos Evangelhos, que será usado na Missa e na Ordenação, acompanhado dos outros Diáconos, se houver; seguem depois os Presbíteros concelebrantes; depois o eleito entre os seus Presbíteros assistentes; em seguida os Bispos ordenantes e, finalmente o Bispo ordenante principal com seus dois diáconos assistentes um pouco atrás. Chegando ao altar, feita a devida reverência, todos procuram os seus lugares. 

CANTO DE ENTRADA

Coro: POVO ELEITO, SACERDÓCIO RÉGIO, 
NAÇÃO SANTA, POVO DE DEUS, CANTAI AO SENHOR.

1. NÓS TE CANTAMOS, Ó FILHO BEM-AMADO DO PAI,
NÓS TE LOUVAMOS, SABEDORIA ETERNA, Ó VERBO DE DEUS.
NÓS TE CANTAMOS, Ó FILHO DA VIRGEM MARIA,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó CRISTO, NOSSO IRMÃO, VEM NOS SALVAR.

2. NÓS TE CANTAMOS, Ó ESPLENDOR DA LUZ ETERNA,
NÓS TE LOUVAMOS, ESTRELA DA MANHÃ, ANUNCIANDO O DIA.
NÓS TE CANTAMOS, Ó LUZ QUE CLAREIA AS TREVAS,
NÓS TE LOUVAMOS, Ó CHAMA DA NOVA JERUSALÉM

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda a todos:
Pres: A paz esteja convosco.
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

8. O sacerdote poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, canta-se:

CANTO PENITENCIAL

KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON. 
KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON. 

CHRISTE ELEISON, ELEISON, ELEISON. 
CHRISTE ELEISON, ELEISON, ELEISON. 

KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON. 
KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

HINO DE LOUVOR

Pres: Glória a Deus nas alturas...

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
 SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO: NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS, NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS.
  SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO, SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI. VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS. VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA. VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS. 

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS.
 SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS O SENHOR, SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO, COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.

ORAÇÃO DO DIA

9. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração conforme abaixo em Oração da Coleta:
Senhor nosso Deus, para governar o povo que vos pertence, instituístes o ministério dos sacerdotes; concedei a este diácono da vossa Igreja, que hoje escolhestes para o múnus do presbiterado, a graça de sempre vos servir, segundo a vossa vontade, e, por seu ministério e sua vida, promover a vossa glória em Cristo. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

PRIMEIRA LEITURA

10. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
O Senhor me ungiu e enviou-me para dar a boa nova aos humildes e dar-lhes o óleo da alegria.

Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías.

O espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu; enviou-me para dar a boa-nova aos humildes, curar as feridas da alma, pregar a redenção para os cativos e a liberdade para os que estão presos; para proclamar o tempo da graça do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; para consolar todos os que choram, para reservar e dar aos que sofrem por Sião uma coroa, em vez de cinza, o óleo da alegria, em vez da aflição.

Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.


SALMO RESPONSORIAL
Sl 109 (110)

11. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

Salmista: TU ÉS SACERDOTE ETERNAMENTE
SEGUNDO A ORDEM DO REI MELQUISEDEC.

 TU ÉS SACERDOTE ETERNAMENTE 
SEGUNDO A ORDEM DO REI MELQUISEDEC.

Salmista: PALAVRA DO SENHOR AO MEU SENHOR:
"ASSENTA-TE AO LADO MEU DIREITO
ATÉ QUE EU PONHA OS INIMIGOS TEUS
COMO ESCABELO POR DEBAIXO DE TEUS PÉS!"


Salmista: O SENHOR ESTENDERÁ DESDE SIÃO
VOSSO CETRO DE PODER, POIS ELE DIZ:
"DOMINA COM VIGOR TEUS INIMIGOS".


Salmista: "TU ÉS PRÍNCIPE DESDE O DIA EM QUE NASCESTE;
NA GLÓRIA E ESPLENDOR DA SANTIDADE,
COMO O ORVALHO, ANTES DA AURORA, EU TE GEREI!"


Salmista: JUROU O SENHOR E MANTERÁ SUA PALAVRA:
"TU ÉS SACERDOTE ETERNAMENTE,
SEGUNDO A ORDEM DO REI MELQUISEDEC!"

SEGUNDA LEITURA

12. Se houver segunda leitura, o leitor a fará no ambão, como acima.
Sede pastores do rebanho de Deus, confiado a vós. 

Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Pedro.

Caríssimos, exorto aos presbíteros que estão entre vós, eu, presbítero como eles, testemunha dos sofrimentos de Cristo e participante da glória que será revelada: Sede pastores do rebanho de Deus, confiado a vós; cuidai dele, não por coação, mas de coração generoso; não por torpe ganância, mas livremente; não como dominadores daqueles que vos foram confiados, mas antes, como modelos do rebanho. Assim, quando aparecer o pastor supremo, recebereis a coroa permanente da glória. 

Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

13. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

IDE AO MUNDO E ENSINAI A TODAS AS NAÇÕES! EIS QUE ESTOU CONVOSCO, ATÉ OS FINS DOS TEMPOS!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

14. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.


EVANGELHO

15. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
   
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
AssGlória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Sac: Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:“Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos”.

16. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

17. Após a leitura do Evangelho, o diácono, com toda reverência, coloca o livro dos Evangelhos novamente sobre o altar, onde permanece até o momento de ser colocado sobre a cabeça do Ordinando.

ELEIÇÃO DO CANDIDATO
18. Então dá-se início à Ordenação do Diácono.
O Bispo, se for o caso, aproxima-se da cadeira preparada para a Ordenação, e é feita a apresentação do candidato.

19. O Diácono ou um Presbítero chama o Ordinando:
Diác ou Sac: Queira aproximar-se o que vai ser ordenado Presbítero.
E logo o chama pelo nome. O Eleito responde:
Eleito: Presente!
E se aproxima do Bispo, fazendo-lhe uma reverência.

20. Estando o Ordinando de pé diante do Bispo, um Presbítero para isto designado, diz:
Sac: Reverendíssimo Pai, pede a Santa Mãe igreja, que ordenes para a função de Presbítero este nosso irmão.

Pres: Podes dizer-me se ele é digno deste ministério?

Sac: Tendo interrogado o povo de Deus e ouvido os responsáveis, dou testemunho de que foi considerado digno.

Pres: Com o auxílio de Deus e de Jesus Cristo, nosso Salvador, escolhemos este nosso irmão para a Ordem do Presbiterado.
Ass: Graças a Deus!

HOMILIA

21. O Bispo ordenante principal, estando todos sentados, faz a homilia, na qual fala ao clero, ao povo e ao eleito sobre o ministério do Bispo.

PROPÓSITO DO ELEITO

22. 
Após a homilia, o Eleito se levanta e permanece de pé diante do Bispo que o interroga com estas palavras: 
Pres: Caro filho, antes de serdes admitido à Ordem dos Presbíteros, é necessário que manifesteis, perante todo o povo, o teu desejo de assumir este ministério. 

Queres, pois, desempenhar sempre a missão de sacerdote no grau de Presbítero, como fiel colaborador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor, sob a direção do Espírito Santo?
Eleito: Quero.

Pres: Queres, com dignidade e sabedoria, desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?
Eleito: Quero.

Pres: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo sobretudo pelo Sacrifício eucarístico e o sacramento da Reconciliação, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?
Eleito: Quero.

Pres: Queres implorar conosco a misericórdia de Deus em favor do povo a ti confiado, sendo fielmente assíduo ao dever da oração?
Eleito: Quero.

Pres: Queres implorar conosco a misericórdia de Deus em favor do povo a ti confiado, sendo fielmente assíduo ao dever da oração?
Eleito: Quero.

Pres: Queres unir-te cada vez mais ao Cristo, sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com ele consagrado a Deus para a salvação da humanidade?
Eleito: Quero, com a graça de Deus.

23. Em seguida, o Eleito se aproxima do Bispo, ajoelha-se e põe as mãos postas entre as do Bispo.
Pres: Prometes respeito e obediência ao teu bispo?
Eleito: Prometo.

Pres: Deus, que te inspirou este bom proposito, te conduza mais à perfeição.

LADAINHA DE TODOS OS SANTOS

23. Os Bispos tiram a mitra e todos levantam. O Bispo Ordenante principal, de pé, com as mãos postas, voltado para o povo, diz a invocação:
Pres: Oremos, irmãos e irmãs, para que Deus todo-poderoso derrame com largueza a sua graça sobre este servo, escolhido para o serviço da Igreja.

24. Então o eleito se prostra e canta-se a ladainha, à qual todos respondem; nos domingos e no Tempo pascal, todos permanecem de pé; nos outros dias, de joelhos. Neste caso, o diácono diz:
Diác: Ajoelhemo-nos.

Na ladainha podem acrescentar-se, nos devidos lugares, alguns nomes de santos, p. ex. do Padroeiro, do Titular da igreja, do Fundador, do Padroeiro do eleito, ou outras invocações apropriadas a cada circunstância. 


SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.
 SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.

CRISTO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
 CRISTO, TENDE PIEDADE DE NÓS.

SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.
 SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.

SANTA MARIA, MÃE DE DEUS,
 ROGAI POR NÓS.

SÃO MIGUEL,
 ROGAI POR NÓS.

SANTOS ANJOS DE DEUS,
 ROGAI POR NÓS.

SÃO JOÃO BATISTA,
 ROGAI POR NÓS.

SÃO JOSÉ,
 ROGAI POR NÓS.

SÃO PEDRO E SÃO PAULO,
 ROGAI POR NÓS.

SANTO ANDRÉ E SÃO TIAGO,
 ROGAI POR NÓS.

SÃO JOÃO E SÃO TOMÉ,
 ROGAI POR NÓS.

SÃO TIAGO E SÃO FILIPE,
 ROGAI POR NÓS.

SÃO BARTOLOMEU E SÃO MATEUS.
 ROGAI POR NÓS.

SÃO SIMÃO E SÃO TADEU,
 ROGAI POR NÓS.

SÃO MATIAS,
 ROGAI POR NÓS.

SANTA MARIA MADALENA,
 ROGAI POR NÓS.

SANTO ESTÊVÃO E SANTO INÁCIO DE ANTIOQUIA.
 ROGAI POR NÓS.

SÃO LOURENÇO,
 ROGAI POR NÓS.

SANTA PERPÉTUA E SANTA FELICIDADE,
 ROGAI POR NÓS.

SANTA INÊS E SÃO GREGÓRIO,
 ROGAI POR NÓS.

SANTO AGOSTINHO E SANTO ANATÁSIO,
ASS: ROGAI POR NÓS.

SÃO BASÍLIO E SANTO MARTINHO,
 ROGAI POR NÓS.

SÃO BENTO,
 ROGAI POR NÓS.

SÃO FRANCISCO E SÃO DOMINGOS,
 ROGAI POR NÓS.

SÃO FRANCISCO XAVIER E SÃO JOÃO MARIA VIANNEY,
 ROGAI POR NÓS.

SANTA CATARINA DE SENA E SANTA TERESA DE JESUS,
 ROGAI POR NÓS.

SANTA RITA DE CÁSSIA,
 ROGAI POR NÓS.

SANTA SABINA,
 ROGAI POR NÓS.

TODOS OS SANTOS E SANTAS DE DEUS.
 ROGAI POR NÓS.

SEDE-NOS PROPÍCIO,
 OUVI-NOS, SENHOR.

PARA QUE NOS LIVREIS DE TODO O MAL,
 OUVI-NOS, SENHOR.

PARA QUE NOS LIVREIS DE TODO PECADO,
 OUVI-NOS, SENHOR.

PARA QUE NOS LIVREIS DA MORTE ETERNA,
 OUVI-NOS, SENHOR.

PELA VOSSA MORTE E RESSURREIÇÃO,
 OUVI-NOS, SENHOR.

PELA EFUSÃO DO ESPÍRITO SANTO,
 OUVI-NOS, SENHOR.

APESAR DE NOSSOS PECADOS,
 OUVI-NOS, SENHOR.

PARA QUE VOS DIGNEIS CONDUZIR E PROTEGER A VOSSA IGREJA,
 OUVI-NOS, SENHOR.

PARA QUE VOS DIGNEIS CONSERVAR NO VOSSO SANTO SERVIÇO, O PAPA, OS BISPOS E TODO O CLERO.
 OUVI-NOS, SENHOR.

PARA QUE VOS DIGNEIS CONCEDER A TODOS OS POVOS A PAZ E A VERDADEIRA CONCÓRDIA.
 OUVI-NOS, SENHOR.

PARA QUE VOS DIGNEIS MANIFESTAR A VOSSA MISERICÓRDIA A TODOS QUE SOFREM TRIBULAÇÕES.
 OUVI-NOS, SENHOR.

PARA QUE VOS DIGNEIS CONSERVAR-NOS E CONFORTAR-NOS NO VOSSO SANTO SERVIÇO.
 OUVI-NOS, SENHOR.

JESUS, FILHO DO DEUS VIVO.
 OUVI-NOS, SENHOR.

CRISTO, OUVI-NOS.
 CRISTO, OUVI-NOS.

25. Terminada a ladainha, só o Ordenante principal, de pé, com as mãos estendidas diz:
Pres:  Ouvi-nos, Senhor nosso Deus, e derramai sobre este vosso servo a benção do Espírito Santo e a força da graça sacerdotal, a fim de que acompanheis com a riqueza de vossos dons o que apresentamos à vossa solicitude para ser consagrado. Por Cristo nosso Senhor.
Ass: Amém.

O diácono, se for o caso, pede:
Diác: Levantai-vos!
E todos se levantam.

IMPOSIÇÃO DAS MÃOS E PRECE DE ORDENAÇÃO

26. O Eleito se levanta; aproxima-se do Bispo, que está de pé diante da cátedra, com mitra; e ajoelha-se diante dele.

27. Em silêncio, o Bispo impõe as mãos sobre a cabeça do Eleito.

28. Tendo o Eleito ajoelhado diante si, o Bispo, sem a mitra, de mãos estendidas, diz a Prece de Ordenação:

Assisti-nos, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, autor da dignidade humana e distribuidor de todas as graças, que dais crescimento e vigor a todas as coisas, e, para formar um povo sacerdotal, estabeleceis, em diversas ordens, os ministros de Jesus Cristo, vosso Filho, pela força do Espírito Santo. Já no Antigo Testamento, em sinais prefigurativos surgiram vários ofícios por vós instituídos, de modo que, tendo à frente Moisés e Aarão, para guiar e santificar o vosso povo, lhes destes colaboradores de menor ordem e dignidade. Assim, no deserto, comunicastes a setenta homens prudentes o espírito dado a Moisés que, com o auxílio deles, pôde mais facilmente governar o vosso povo. Do mesmo modo, derramaste copiosamente sobre os filhos de Aarão da plenitude concedida a seu pai, para que o serviço dos sacerdotes segundo a Lei fosse suficiente para os sacrifícios do tabernáculo, que eram sombra dos bens futuros. Na plenitude dos tempos, Pai santo, enviaste ao mundo o vosso Filho, Jesus, Apóstolo e Pontífice da nossa fé. Ele, pelo Espírito Santo, a vós se ofereceu na cruz, como hóstia pura, e fez os seus Apóstolos, santificados na verdade, participantes de sua missão; e lhes destes colaboradores para anunciar e consumar em todo o mundo a obra da salvação. Concedei também, agora, à nossa fraqueza, Senhor, este colaborador, de que tanto necessitamos no exercício do sacerdócio apostólico.  Nós vos pedimos, Pai todo-poderoso, constituí este vosso servo na dignidade de Presbítero, renovai em seu coração o Espírito de santidade, obtenha ele, ó Deus, o segundo grau da Ordem sacerdotal, que de vós procede, e sua vida seja exemplo para todos. Seja ele cooperador zeloso de nossa Ordem episcopal para que as palavras do Evangelho, caindo nos corações humanos através de sua pregação, possam dar muitos frutos e chegar até os confins da terra, com a graça do Espírito Santo. Seja ele juntamente conosco fiel dispensador dos vossos mistérios, de modo que o vosso povo renasça pela água da regeneração, ganhe novas forças do vosso altar, os pecadores sejam reconciliados e os enfermos se reanimem. Esteja ele sempre unido a nós, Senhor, para implorar a vossa misericórdia em favor do povo a ele confiado e em favor de todo o mundo. Assim todas as nações, reunidas em Cristo Jesus, se convertam em um só povo, para a consumação do vosso Reino. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Ass: Amém.

UNÇÃO DAS MÃOS E ENTREGA DO PÃO E VINHO

Terminada a Prece de Ordenação, todos se sentam. O Bispo recebe a mitra. O Ordenado se levanta. Os Presbíteros presentes voltam aos seus lugares, exceto o que vai colocar a estola no Ordenado, conforme o uso dos presbíteros e revesti-lo com a casula. 

Ⓗ O Ordenado é revestido com estola e a casula.

O Bispo, de gremial branco (Ⓗ sem depor a casula), sendo o povo oportunamente informado sobre o significado do rito, unge com o óleo do santo Crisma a palma das mãos do Ordenado, que está de joelhos diante dele, dizendo:
Pres.: Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem o Pai ungiu com o Espírito Santo, e revestiu de poder, te guarde para santificação do povo fiel e para oferecer a Deus o santo Sacrifício.

Onde for costume, o Bispo cinge as mãos do Ordenado com um lenço que será desatado, em seguida, pela pessoa a quem o recém-ordenado deseja dar sua primeira bênção sacerdotal.

Depois da unção, o Bispo e o Ordenado lavam as mãos. Se assim o preferirem, poderão apenas enxugá-las.

Em seguida, os fiéis trazem o pão na patena e o vinho e a água no cálice, para a celebração da missa. O Diácono os recebe e entrega ao Bispo, que os entrega ao Ordenado, de joelhos diante de si, dizendo:
Pres.: Recebe a oferenda do povo para apresentá-la a Deus. Toma consciência do que vais fazer e põe em prática o que vais celebrar, conformando a tua vida ao mistério da cruz do Senhor.


31. Por fim, o Bispo acolhe o Ordenado para o abraço da paz, dizendo:
Pres: A paz esteja contigo.
Ordenado: O amor de Cristo nos uniu.

32. Os Diáconos presentes, ou ao menos alguns deles, fazem o mesmo.

33. Enquanto isto, pode-se cantar um canto apropriado.

CANTO

SEGUIR-TE-EI, SEGUIR-TE-EI, Ó SENHOR,
E NA TUA ESTRADA CAMINHAREI.

1. SEGUIR-TE-EI NO CAMINHO DO AMOR
E DOAREI AO MUNDO A VIDA.

2. SEGUIR-TE-EI NO CAMINHO DA DOR
E A TUA CRUZ NOS SALVARÁ.

3. SEGUIR-TE-EI NO CAMINHO DA ALEGRIA
E A TUA LUZ NOS GUIARÁ.


34. A Missa prossegue como de costume. Diz-se a Profissão de fé, conforme as rubricas; omitem-se as Preces comunitárias.

PROFISSÃO DE FÉ

Ass: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

OFERTÓRIO

35. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.

CANTO

1. EU SOU O PÃO DA VIDA
O QUE VEM A MIM NÃO TERÁ FOME
O QUE CRÊ EM MIM NÃO TERÁ SEDE
NINGUÉM VEM A MIM
SE MEU PAI NÃO O ATRAIR

Coro: EU O RESSUSCITAREI
EU O RESSUSCITAREI
EU O RESSUSCITAREI
NO DIA FINAL

2. EU SOU O PÃO DA VIDA
QUE SE PROVA E NÃO SE SENTE FOME
O QUE SEMPRE BEBER DO MEU SANGUE
VIVERÁ EM MIM E TERÁ A VIDA ETERNA

3. O QUE EU DAREI É MEU CORPO
VIDA PARA O MUNDO
O QUE SEMPRE COMER DE MINHA CARNE
VIVERÁ EM MIM COMO EU VIVO NO PAI

4. SIM, MEU SENHOR, EU CREIO
QUE VIESTE AO MUNDO PARA REDIMI-LO
QUE TU ÉS O FILHO DE DEUS E QUE ESTÁS AQUI
ALIMENTANDO NOSSAS VIDAS

40. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

41. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

42. O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

43. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

44. O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

45. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

46. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

47. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

48. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres: Pai santo, vosso Filho quis lavar os pés aos discípulos a fim de deixar-nos um exemplo; acolhei as oferendas dos vossos servos e servas para que, oferecendo-nos como oblação espiritual, nos tornemos humildes e solícitos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.


PREFÁCIO
O SACERDÓCIO DE CRISTO E O MINISTÉRIO SACERDOTAL

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar,  Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pela unção do Espírito Santo, constituístes vosso Filho unigênito Pontífice da nova e eterna aliança. E estabelecestes que seu único sacerdócio se perpetuasse na Igreja. Por isso, vosso Filho, Jesus Cristo, enriqueceu a Igreja com um sacerdócio real. E, com bondade fraterna, escolhe homens que, pela imposição das mãos, participem do seu ministério sagrado. Em nome de Cristo, estes renovam para nós o sacrifício da redenção humana, servindo aos fiéis o banquete da Páscoa. Presidindo o povo na caridade, eles o alimentam com vossa palavra e o restauram com vossos sacramentos. Dando a vida por vós e pela salvação de todos, procuram assemelhar-se cada vez mais ao próprio Cristo, testemunhando, constantes, a fidelidade e o amor para convosco. Por essa razão, com os anjos do céu e com as mulheres e os homens da terra, unidos a todas as criaturas, proclamamos, jubilosos, a vossa glória, cantando a uma só voz.

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO.
SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS.
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA NAS ALTURAS.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

49. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
Ass: Aceitai, ó Senhor a nossa oferta!
O sacerdote une as mãos.

50. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
Toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

51. Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
Toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, se inclina, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz genuflexão para adorá-lo.

52. Em seguida, diz:
Mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

53. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
Ass: Aceitai, ó Senhor a nossa oferta!

Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa Pio, o nosso bispo Murilo, com este vosso servo Luan que hoje quisestes prover como Presbítero da igreja e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, São José, seu esposo, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

54. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todo os séculos dos séculos.
Ass: Amém!

RITO DA COMUNHÃO

55. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

56. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

57. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

58. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

59. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO;
TENDE PIEDADE DE NÓS, TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO;
TENDE PIEDADE DE NÓS, TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO;
DAI-NOS A PAZ, A PAZ; DAI-NOS A PAZ, A PAZ.

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

60. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

61. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Quem come minha carne e bebe meu sangue permanece em mim e eu nele. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

62. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

63. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

64. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

65. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO

Coro: DEUS DE AMOR, NÓS TE ADORAMOS NESTE SACRAMENTO
CORPO E SANGUE QUE FIZESTE NOSSO ALIMENTO
ÉS O DEUS ESCONDIDO, VIVO E VENCEDOR
A TEUS PÉS DEPOSITAMOS TODO NOSSO AMOR.

1. MEUS PECADOS REDIMISTE SOB A TUA CRUZ
COM TEU CORPO E COM TEU SANGUE, Ó SENHOR JESUS!
SOBRE OS NOSSOS ALTARES, VÍTIMA SEM PAR
TEU DIVINO SACRIFÍCIO QUERES RENOVAR!

2. NO CALVÁRIO SE ESCONDIA TUA DIVINDADE
MAS AQUI TAMBÉM SE ESCONDE TUA HUMANIDADE
CREIO EM AMBAS E PEÇO, COMO O BOM LADRÃO
NO TEU REINO, ETERNAMENTE, TUA SALVAÇÃO!

3. CREIO EM TI RESSUSCITADO, MAIS QUE SÃO TOMÉ
MAS AUMENTA NA MINH'ALMA O PODER DA FÉ
GUARDA A MINHA ESPERANÇA, CRESCE O MEU AMOR
CREIO EM TI RESSUSCITADO, MEU DEUS E SENHOR!

4. Ó JESUS, QUE NESTA VIDA PELA FÉ EU VEJO
REALIZA, EU TE SUPLICO, ESTE MEU DESEJO
VER-TE, ENFIM, FACE A FACE, MEU DIVINO AMIGO
LÁ NO CÉU, ETERNAMENTE, SER FELIZ CONTIGO!

66. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

67. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

DEPOIS DA COMUNHÃO

68. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Pres: Senhor, a sagrada oblação que oferecemos e recebemos seja fonte de vida para os vossos sacerdotes e todos os fiéis a fim de que, unidos a vós por um amor eterno, mereçam servir dignamente à vossa majestade. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

BENÇÃO FINAL

72. O Bispo que presidiu a Liturgia eucarística, dá a bênção. Em lugar da bênção habitual, pode-se dar uma bênção mais solene, como segue:

O Ordenante principal, de mãos estendidas sobre o Ordenado e o povo, diz: 
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono diz:
Diac: Inclinai-vos para receber a bênção.

O bispo ordenante estende as mãos:
Pres: 
Deus, pastor e guia da Igreja, te guarde constantemente com sua graça para cumprirdes com ânimo fiel o múnus presbiteral.
Ass: Amém.

Pres: Ele te faça no mundo servidor e testemunha da divina caridade e da verdade, e ministro fiel da reconciliação.
Ass: Amém.

Pres: E te faça verdadeiro pastor que distribua aos fiéis o o pão vivo e a palavra da vida, para que cresçam sempre mais na unidade do Corpo de Cristo.
Ass: Amém.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: E a todos vós, aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito Santo +.
Ass: Amém.

73. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.

74. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
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